As Compotas da Tia Maria Luíza

 

 

Das longínquas terras africanas e num tempo em que a necessidade aguçava o engenho, veio-lhe o gosto pela culinária. Falamos da tia Maria Luíza que gostava de surpreender a família e os amigos com receitas novas e sempre deliciosas. Especializou-se na doçaria, em particular nas compotas, onde misturava sabores tradicionais com um toque original. Ousadia para a época, mas que hoje se chamam propostas gourmet.

 

Seja como for, até porque tudo tem uma origem, ficou para a história da família este talento da nossa tia que se transformou em segredos muito bem guardados ao longo dos anos, que agora queremos partilhá-los consigo. Talento esse, que reflete uma vida cheia de memórias de uma época e de um lugar mágico, onde os grandes espaços, as cores, os aromas e o exotismo das suas culturas continuam a seduzir.

As Areias de Cascais da Tia Helena

 

Esta é uma história das antigas, que nos fala de uma época em que as senhoras faziam do hora do chá um evento social. Ora era disso mesmo que gostava a tia Helena, de receber em casa as amigas e a família para agradáveis momentos de convívio. E como não queria deixar o crédito por mãos alheias, juntou o seu talento para a cozinha ao prazer de receber. Resultado: foi aperfeiçoando a receita das famosas  Areias de Cascais, dando-lhes um cunho mais pessoal até se tornarem na delícia como hoje as conhecemos – macias, crocantes, de se desfazerem na boca.

 

E tudo aconteceu quando um dia recebeu como presente o livro “A Cozinha Ideal”, do mestre Manuel Ferreira, que data de 1933. Curiosamente, a obra de culinária que publica a primeira receita escrita destes bolinhos referidos como “Areias de Cascais”, embora haja referências à sua existência no final do século XIX.

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